Foto 1 e 2 – OKONOMIYAKI, um prato originalmente de Hiroshima, feito com várias camadas de repolho, porco, carne, camarão, polvo e com um molho delicioso por cima. O restaurante tem mesas com chapa aquecida para o preparo da iguaria. O lugar tinha uma decoração bem interessante e frequência, idem.
Foto 3 – Camarão grandão, empanado, para comer mergulhando num caldinho ótimo.
Foto 4 – Yakitori, equivalente ao nosso churrasquinho, só que lá fazem de tudo, desde pele de frango até bochecha de porco.
Foto 5 – Balinha de yakult. para comer às centenas.
Sanduíche de camarão, bolo de milho com gosto da nossa pamonha, rocambole com massa ou recheio de matcha.
Mini polvo caramelado, sanduíche de biscoito amanteigado com recheio de creme, caixinhas de balas, que mais parecem porta-jóias, de sabores os mais variados.
Açaí, a cerveja 😉, crackers de sementes e grãos, docinhos confeitados no capricho.
Uns espetinhos de uma massa doce, cujo nome não posso me lembrar; chá verde preparado by the book com gelatina de feijão e marcha; matcha Latte, bolo de chá verde e chantilly polvilhado com matcha.
Biscoitinhos super pequeninos, carimbados um a um; e os sorvetes de matcha e creme.
O que havia dentro desta embalagem de palha estava muito bom mas foi impossível decifrar do que se tratava. Não houve mímica que desse jeito. Suco de côco seco delicioso. E soja fermentada, tão intragável que sempre nos avisavam que não iríamos gostar. O quiabo que acompanhava estava bom.
Fruta no Japão é tão cara que é costume presentear pessoas que estão no hospital com baixa probabilidade de sair com vida. Tipo assim: última refeição. Se ganhar estes morangos invertidos, então, o caso é muito sério 😮
KitKat de saquê, sorvete folheado a ouro, tartalete de chocolate com cobertura de gelatina com pó de ouro.
Os japoneses adoram seguir e fazer seguir processos. Onde se vai tem cartazes e figuras, explicando detalhadamente, o que deve ser feito. O restaurantes também fazem uso deste recurso. Prato típico de Kanazawa, servido no Mercado Omicho. Ai de você se não seguir as instruções.
Biscoitinhos de canela e gergelim, em forma de telha, fabricados desde 1689, como consta na embalagem. E sushi de carne de cavalo.
Caqui e tomate cereja secos. Sorvete de gergelim preto.
Ovas de bacalhau. Polvo baby recheado com gema de ovo tipo codorna. Intestino de enguias. Argh 😣
Pardais fritos. Fondue de matcha ( aqui tem matcha em tudo!!). Super patas de caranguejo, sonho de consumo de todo paraibano criado no litoral.
Leite de côco com farinha de tapioca, bem geladinho. Delícia. Café com leite e farinha de tapioca, também gelado, cai super bem. O bar traz outras referências mas não atrapalha, diverte. 😊
Caranguejo de tamanho gigante e preço idem. Um prato só de ovas de peixes.
Aqui a conta nunca vem à mesa, nos restaurantes. O cliente recebe um papel com o valor e, no final, vai ao caixa que sempre fica na entrada, para pagar. Os restaurantes de mais movimento e mais simples, tem uma máquina na entrada, com o cardápio numa tela. A gente escolhe o que quer, paga e entrega o recibo a quem for servir. Neste restaurante, recebe-se um chaveirinho para ser levado ao caixa, com o número da conta.
Outro bom costume é o de servir água de graça. Não é educado levar sua própria garrafa de água mineral e deixá-la na mesa. Pode parecer ofensivo desconfiar da qualidade da água japonesa. Chá também não é cobrado.

















































