As garagens para bicicletas, na estação de Tokyo, são totalmente automatizadas. Basta deixar na porta de um elevador e pronto, o resto está feito. Na volta, é só passar um cartão e sua bicleta aparece outra vez, na porta onde foi deixada.

O iogurte não gruda na tampa. Fim da lambida. Uma pena 🥺

Cadeirinha para a mamãe deixar seu bebê enquanto usa a privada

Cesta para guardar pertences. Nada de bolsa ou mochila pendurada no encosto da cadeira, para ser derrubada pelos passantes.

Mictório e pia da altura dos pequenos

Corrimão democrático: para baixinhos e altinhos

Tela de contenção para pedrinhas

Máquina de troco nos ônibus. Guardas chuvas para serem emprestados.

Bancos giratórios, no trem.

Curativo para árvores

Cerca pantográfica para jardins com menos de 2m de largura

Tampa de bueiro com “bússola”.

Sachê com café em pó, para doses individuais. Em 2019, chegou em uma loja em São Paulo

Banheiros para não-ocidentais

Um paradoxo: lugar para deixar guarda chuva com cadeado, na entrada de alguns museus. Em oposição, pode-se pegar guarda chuva emprestado nos ônibus e hotéis e deixá-los em locais distintos.

Os motoristas de ônibus tem uniforme padrão e imaculado. Com a chegada da primavera, o colete substitui o blazer. Eu daria tudo para saber como fazem para ter este branco-omo-total na camisa e luvas. Branco ofuscante.

Carros de cores que não tem no Brasil: azul, rosa. Gostei do formato “pão-de-forma”.
Reapriveitamento da água servida.

Tão higiênicos para umas coisas e para outras, não. Estranhei o costume de não usar papel sobre a bandeja. O pãozinho fica ali, sobre sujeirinhas de uso anterior.

Geladeira com portas para cada gaveta.

Maquinas de venda de produtos de conveniência estão a cada esquina. Algumas vendem até absorventes femininos.



